Confira os depoimentos dos participantes do evento
"Fizemos contato com novos fornecedores e clientes. Fechamos aqui na feira, durante os dois primeiros dias, R$ 1 mi em vendas de matérias primas para novos e atuais clientes e temos excelentes expectativas em relação a novas parcerias com fornecedores da China e Índia para um futuro próximo", Eduardo Hornhardt, farmacêutico responsável pela qualidade da Natural Pharma.
“Sem dúvida que o evento representa um marco, um divisor de águas. Consolida toda a história da CPhl mundial e mostra o fantástico mercado do Brasil e da América do Sul, além de revelar que por aqui há toda uma evolução técnica no setor”, disse José Abdallah Nehme, presidente da Abrifar (Associação Brasileiro dos Distribuidores de Insumos Farmacêuticos).
“Foi o nosso primeiro ano de participação e estamos muitos satisfeitos com a parceria firmada com a UBM. Vamos continuar apoiando e colaborando para um desenvolvimento da indústria farmacêutica no país”, ressaltou Rodrigo Alvarez, presidente da filial brasileira da ISPE (Associação Internacional de Engenharia Farmacêutica).
“A CPhl é uma feira importante lá fora e que agora se consolida no Brasil e América do Sul. Os ativos farmacêuticos são importantes para a indústria, porque impactam a qualidade do produto final”. A afirmação é do gerente de Boas Práticas e Auditorias Farmacêuticas do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), Jair Calixto.
“O balanço foi extremamente positivo. O evento foi bem localizado, bem organizado e, com isso, atingimos nossa meta de sermos vistos e conseguir novos contatos. Estaremos na Argentina no ano que vem para desenvolver nosso mercado em toda a América do Sul”, disse o general manager da Extrasul, Martinique Madach.
Sundeep Aurora, presidente da BioPlus Life Sciences, também saiu entusiasmado da feira: “Tudo foi excelente. Aqui é um mercado que passa por grande evolução e acredito que no futuro será ainda maior e melhor. Estaremos na Argentina no ano que vem”.
“Surgiram muitas oportunidades internacionais para nossa nós na feira. Além disso, tivemos contatos com tendências novas, mercados novos, até porque a ABL é a única empresa brasileira que exporta pela Food and Drug Administration (FDA), que é o rígido regulador americano. Participaremos da 3ª edição em Buenos Aires, porque ampliar nosso mercado no continente é um dos nossos principais focos”, ressaltou Ricardo Cardoso, diretor da ABL (Antibióticos do Brasil).

“A feira foi muito bem organizada e extremamente importante pelos visitantes de qualidade que por aqui passaram. Prospectamos futuros bons negócios com empresas da Colômbia, Argentina, Peru, República Dominicana, EUA e Dinamarca”, disse Vanderlanzs Dantas, da Lanza, que também já confirmou presença na Argentina, em 2010.
"Fizemos novos contatos tanto para exportar medicamentos quanto para importar insumos. Efetivamos a compra de uma empresa argentina e, por isso, estamos estudando nossa presença na CPhI Argentina para fortalecer nossa marca naquele mercado e também informar que estamos com uma empresa in loco", Caio Finotti, gerente de exportação da Eurofarma.
“Com a nossa participação, fortalecemos o nosso nome na América Latina ao expormos os nossos produtos. Além disso, é possível ampliarmos o nosso network e estreitarmos relacionamentos importantes”, afirmou Roque Ocantos, diretor de Novos Negócios da Blausiegel.

“Eu freqüento eventos deste tipo há 11 anos e esse aqui é, disparado, o de melhor nível. É impressionante qualidade dos participantes”, disse Gladstone Santos, diretor da Clarion Biociências, enquanto conhecia os estandes.
“Passando pelos estandes foi possível ver, como profissional da área que sou, que o evento é rico pelo grande índice de negócios que são firmados. Aqui está quem decide. Estou curioso depois para ver os números finais, porque recordes serão batidos e previsões serão superadas”, destacou Serafim Branco Neto, da Abiquif (Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica).
Participando do BioPh - Pavilhão de Biotecnologia, Carlos Gomes, da Fairport, destacou: “os visitantes são de qualidade e vimos que o retorno foi bom para os expositores. É aqui que os negócios começam a render frutos”.